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Caminho da Fé: Consigo me desconectar totalmente durante uma cicloviagem, me entrego mesmo!

Atualizado: 7 de Jan de 2019



Eu já havia feito o Caminho do Sol com meu filho. Depois fiz o Costa Verde & Mar e Vale Europeu, ambos sozinho. Resolvi fazer o Caminho da Fé sozinho também porque eu estava em processo de divorcio, queria viver um momento de introspecção, de “resfriar” um pouco a cabeça. Consigo me desconectar totalmente durante uma cicloviagem, me entrego mesmo! A velocidade da vida numa cicloviagem é outra, a contemplação da natureza, o contato com D’us, o contato com outras pessoas, me sinto muito bem. Volto fortalecido espiritualmente.


Sempre pedalei, desde criança; tive períodos de pedal mais intenso, períodos de “abandonar” a bike, enfim, diversos períodos.

Estou hoje com 52 anos e um problema no fêmur; necessito de uma cirurgia. No Caminho da Fé exigi bastante do meu fêmur. Muitas subidas. Mas maravilhoso! Valeu a pena o esforço!


Minhas dicas são as mesmas de sempre: pouca bagagem, não levar nada no corpo, tudo na bike, não ter pressa, começar o dia devagar, sem exigir muito de si mesmo. Saber de mecânica básica e ferramentas adequadas é obrigatório. Bons alforges, roupas confortáveis, leves, que secam rapidamente. Frutas desidratadas, muita água (pelo menos 2 litros). Bloqueador solar.

Para mim faltou um boné. Nas ladeiras, empurrando a bike durante horas, cairia muito bem um bonezinho (tirei o capacete nestes momentos).

Gosto de simplicidade, minha bike é uma aro 26, sem freio a disco.


Não terminei o percurso. Em Campos do Jordão tive que pegar um ônibus para Campinas.


Ah, outra dica: levar chave para tirar pedais para transporte em ônibus. Tomar muito cuidado na colocação dos pedais (o sentido da rosca e para não espanar o alumínio do pé de vela).

#caminhodafé